31 julho 2009

Novo!!

Unimed O filme NOVO CAPÍTULO, criado pela Mendes Comunicação e produzido pela Imagem Produções para a Unimed Belém, acaba de ser selecionado para a seção NOVO do site do CCSP – Clube de Criação de São Paulo.

Para ter o trabalho exibido no site ele passa por uma triagem do próprio Clube de Criação.

Para assistir ao filme no site do CCSP, basta clicar na imagem acima.

30 julho 2009

Fotos, Sandálias, Internet e Vendas

verao Pela primeira vez em Belém uma ação promocional que agrega web marketing e promoção de venda.

A Taboo DP, agência local especializada em ações multimídias, e a Mendes Comunicação, criaram uma ação promocional onde o objetivo é ganhar R$ 500,00 por uma foto com uma sandália.

A cada R$ 100,00 em compras com o seu cartão Visa no Magazan e mais R$ 5,00 você leva uma sandália personalizada da promoção. Para ganhar o prêmio de R$ 500,00 você só precisa tirar uma foto com a sandália, postar no site da promoção www.veraozanvisa.com.br e pedir para os seus amigos votarem. A foto mais votada leva o prêmio.

A campanha ainda terá sua divulgação toda feita através de redes sociais, como por exemplo, Orkut e Twitter, para que os participantes possam aumentar as suas chances de ganhar.

Desmontando Um iPhone 3GS


Um viral pra vender uma empresa de manutenção de eletrônicos nos Estados Unidos.

Muito bom!

29 julho 2009

De Olho na Boutique Dela!

jornal_amazonia Pode até parecer sacanagem, mas dá pra jurar que o diagramador colocou os bandidos olhando pra derrière da modelo de propósito, na capa do Amazônia de hoje.

Que é Isso Companheiro?

29-07-09_112920 29-07-09_112934Como se já não bastasse a loucura normal do trânsito, hoje, no final da manhã, um caminhão resolveu dar uma volta na contra-mão em plena Municipalidade, próximo à Quintino.

Será que o motorista achou que eram todos os outros carros que estavam errados?

28 julho 2009

Nem Só de Techno-Brega Vive o Pará

A música é um campo fértil para os paraenses. O outro lado da balança do sucesso do Techno-Brega chama-se Carmem Monarcha.

Suas apresentações, na Europa, atraem multidões.

Nesse vídeo, ela se apresenta com a Johann Strauss Orchestra, que é dirigida pelo maestro e violinista holandês ANDRE RIEU. É talvez hoje a melhor orquestra do mundo.

Carmem começou a estudar canto com sua mãe, a Mestra pela UFRJ, Marina Monarcha, em 1996. Por três anos (2002-2005) foi solista da Cia. Johann Strauss Orchestra, fazendo turnês por mais de 15 países na Europa, América do Norte e Ásia. Gravou seis cds e seis dvds ao vivo, apresentando-se também em mais de dez concertos com transmissão televisiva ao vivo para toda a Europa.

Apresentou-se para audiências de até 25.000 pessoas, em lugares memoráveis como o Walbühne em Berlim, International Fórum Hall em Tóquio, Bercy em Paris, Forest National em Bruxelas, Fox Theater em Saint Louis e Detroit, Skydom em Toronto/ e Bell Center em Montreal, e outros locais.

Apesar desse sucesso todo, quase ninguém ouviu falar nela aqui no Brasil. Coitados de nós!

25 julho 2009

Campeão Nacional de Panificação é do Pará!

adilsonParaense é Campeão Nacional em Panificação, na 3ª Copa Bunge de Panificação e Confeitaria, promoção da Bunge, uma indústria de produtos para panificação e alimentos, em parceria com a Abip (Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria).

A notícia completa você lê no blog Pelas Ruas de Belém. Clica pra ler.

24 julho 2009

Menos Um

nolimite Pra quem não sabe, além da Copa de 2014, perdemos o NO LIMITE.

A produção do programa da Rede Globo, que volta 9 anos depois, estava entre os cenários do estado do Pará e do Ceará.

No mínimo, perdemos uma bela propaganda institucional para o estado.

Mudou de Nome

Nova sede da Mendes Depois de mudar de endereço, agora a Mendes Publicidade muda de nome. Passa a se chamar MENDES COMUNICAÇÃO.

Segundo a agência, a troca do nome é na verdade uma renovação, já que o quê a Mendes sempre fez questão de fazer, é de trabalhar a comunicação completa de seus clientes e não só a área de publicidade.

23 julho 2009

Amazoniar Belém

Mercado do Ver-O-Peso

Depois da derrota na escolha das cidades-sede para a Copa do Mundo Brasil 2014, Belém do Pará precisa parar de ficar se auto-flagelando, se dizendo o pior dos seres e dos lugares ou de ficar na cômoda posição de demonizar "uspulíticus" e todo mundo achar que não é responsável por nada que acontece por aqui.

Todos os segmentos da vida na cidade precisam se unir para pensar como não ficar fora da próxima oportunidade de renascimento. Sim, porque a Copa não era uma oportunidade meramente esportiva, era, depois de muito tempo, a chance de um novo salto cultural, urbanístico, econômico, social e político, como não se vê desde o ciclo da borracha. Talvez uma das causas da perda da disputa foi termos visto a Copa como um campeonato de futebol. E ficarmos falando de Mangueirão, Remo e Paysandu, que para o mundo são o mesmo que nada.

Bem, mas não adianta ficar chorando sobre o açaí derramado. Temos que ter um pensamento que unifique a cidade e faça com que todas as ações, desde as mais pequenas até os grandes projetos estruturais, contribuam para construir uma marca mundial para a cidade. E esta marca está em nossas mãos, ou quase escorrendo, mas aí está: AMAZÔNIA. A marca querida, percebida, desejada, discutida, visualizada, imaginada, entendida e desentendida no mundo inteiro.

Belém precisa se amazoniar. Passar por um grande processo de amazoniação. Querer o amazoniamento de suas ruas, avenidas, praças, casas, hábitos, cheiros, cores, valores, atributos, estilos, personalidade. Isso não é fácil. Mesmo porque, em termos de associação com a marca Amazônia, estamos bem atrás de nossa concorrente Manaus, que certamente por essa vantagem levou a Copa para a capital do Amazonas. Superar Manaus é quase impossível, até mesmo porque algumas condições na natureza e da geografia são irreversíveis. Mas podemos fazer muito e competir em termos mais igualitários, até vencendo em algumas pelejas.

Amazoniar inclui idéias e ações de governo, de prefeitura, mas também de empresários, da indústria, das universidades, da mídia, das Igrejas, das comunidades, de todo o mundo. Amazoniar pode ser ir mudando aos poucos os nomes de todas as ruas da cidade para nomes de peixes, pássaros, flores, rios, fenômenos da Amazônia. Acho que São Paulo, que é chamada de selva de pedra, tem mais ruas com nomes da natureza do que Belém.

Amazoniar pode ser construir aquários nas principais praças de Belém, com quatro, cinco metros de altura, onde as pessoas possam ver pirarucus, tambaquis, tamuatás, tartarugas. Amazoniar pode ser parar de querer ser Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo e assumir uma alma cabocla morena, ribeirinha, perceber que somos a capital do império dos rios, das praias de água doce com ondas, da chuva, do pitiú; que somos a capital do novo mundo cuja pauta primeira é a questão ambiental.

Amazoniar pode ser pagar à Madonna pra tomar banho em Mosqueiro e arrastar com ela toda a imprensa do planeta. Pode ser pagar o cachê do Kaká para passar uns dias tomando açaí e comendo pato no tucupi atraindo os olhares da Terra inteira. Pode ser trazer U2 para fazer show no Theatro da Paz, trazer a Amy Winehouse para se jogar do alto de uma mangueira abraçada com uma cobra e dizer que Belém é a loucura mais deliciosa. É, amazoniar não custa barato, mesmo porque o retorno do investimento vai ser mil vezes maior, trazendo ganhos como eventos do porte de uma Copa do Mundo.

Amazoniar Belém é tornar a cidade desejada por quem quer ecoturismo e aventura na natureza, como a Disney é desejada por quem quer fantasia infantil. Belém desejada por quem quer a Amazônia como o Peru é desejado por quem quer a mística de Machu Picchu. E esse negócio de dizer que nossa cidade é feia e suja não pode nos desanimar. Se fosse por pobreza e feiura essa multidão de gente que vai na Índia mudar a alma com seus gurus passaria longe de Nova Délhi. É claro que temos que resolver problemas, mas não podemos ficar achando que os lugares mais procurados do mundo são perfeitos. Ou alguém acha que Manaus e Cuiabá, para ficar só no tema da Copa 2014, já resolveram suas crises e são cidades de primeiro mundo?

Amazoniar pode ser assumir que sim, aqui jacarés andam pelas ruas, e criar miniparques onde as pessoas possam ver jacarés, cobras, peixe-boi. É virar a cidade de frente para o rio e para a baía, invertendo um equívoco de séculos que criou uma cidade envergonhada de sua geografia, evitando que tívessemos uma das maiores e mais belas avenidas beira-rio do mundo, indo do Guamá a Icoaraci. Nesta gigantesca orla poderíamos virar uma Copacabana Amazônica, com espaços de arte, cultura, lazer, esportes e entretenimento. Efervescência, gente criando música, poesia, uma bossa nova da selva.

Amazoniar não significa de nehnuma forma romper com a modernidade. Muito pelo contrário, é ir buscar o que a tecnologia tem de mais avançado para permitir um contato cada vez mais encantador com a natureza. É preciso criar equipamentos de entretenimento e acomodação seguros, inovadores e confortáveis para agregar ao encanto amazônico. É também fazer de Belém uma referência mundial na pesquisa de alimentos, perfumes, cosméticos e medicamentos feitos a partir da biodiversidade amazônica, atraindo para cá centros de pesquisa e pesquisadores, tudo integrado ao meio-ambiente, permitindo que as pessoas de Belém e do Pará vivam da natureza e deixem a natureza viver.

Esse amazoniamento iria criando interesse cada vez maior, gerando mídia espontânea no Brasil, na Europa, nos Estados Unidos, na China, aumentando a demanda do turismo, de congressos, de seminários, de eventos, fluxo de gente interessada em Belém. Só assim poderemos ter condições de receber e remunerar empreendimentos como hotéis de selva, restaurantes típicos, lanchonetes, casas noturnas, teatros, estabelecimentos amazônicos, criando uma atmosfera mágica, gerando por Belém o mesmo interesse que o mundo tem pelo açaí, que ao ser bebido parece dar a sensação de estar ingerindo a selva e o vigor dos índios.

É preciso começar logo o amazoniamento de Belém, para que no médio prazo, depois de uns dias passeando na capital do Pará, uma pessoa lá no Japão, ainda cheirando a patchuli, responda assim quando perguntarem o que ela fez nas férias: - Fui amazoniar! Estava em Belém do Pará.

Glauco Lima

O Primeiro Trabalho A Gente Nunca Esquece

Aqui está a primeira peça da VENDCE, agência de Marcelo Amorim e Fábio Cunha, sediada em Salvador.

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Título: Corpo Fechado
Redação: Fábio Cunha
Direção de Arte: Marcelo Amorim
Direção de Criação: Fábio Cunha e Marcelo Amorim
Anunciante: Prime Rental
Produto: Aluguel de veículos blindados
Aprovação: Jose Paulo Reis

22 julho 2009

Demitido Por Causa do Twitter

twitter Depois de uma série de tuitadas preconceituosas contra paraenses, o usuário @pcfigueiredo, foi demitido.

Ele havia estado em Belém no início da semana e antes de embarcar de volta para Manaus, postou comentários ofensivos aos paraenses no Twitter.

Como na sua página do serviço de microblogging estava o site da empresa em que trabalhava, vários usuários paraenses mandaram e-mails para a empresa informando o que estava acontecendo e pedindo providências.

Segundo a empresa, o funcionário foi demitido por “seus pensamentos não refletirem nenhum pouco os pensamentos de nossa empresa”.

O Retorno

Marcelo Marcelo Amorim, ex-Mendes, voltou para Salvador, sua cidade natal, e abriu uma agência em sociedade com Fábio Cunha.

A agência chama-se Vendce.

Depois É A Gente Que Não Presta!

Comercial dos Refrigerantes Dolly para comemorar o Dia dos Pais.