07 setembro 2005

Outdoor com bolhas de sabão para Assim

Campanha da Africa para o detergente em pó da Assolan estréia nesta semana

A marca de detergente em pó da Assolan, Assim, vai à mídia em nova ação criada pela África. A campanha, que estréia nesta semana, é composta por filme de 30 segundos, anúncios no formato de página dupla e simples para jornais e revistas, outdoor, material de mídia externa e peças para o ponto-de-venda.

A ação traz os bebês utilizados pela Assolan em campanha pela palha de aço, onde os pequenos vestiam perucas de lãs de aço. Desta vez as perucas foram repaginadas e agora fazem alusão à espuma, uma referência para a chegada da nova linha de detergente em pó.

A campanha traz, entre outras peças, um outdoor especial que produz bolhas de sabão, um anúncio perfumado e peças especialmente desenvolvidas para internet. No caso do outdoor duplo, um tecnologia permitirá a saída de bolhas de sabão a partir da peruca do bebê estampado na peça.

Fonte: Meio e Mensagem On Line

Gol dobra pedido de novas aeronaves para 2006

Companhia de aviação amplia reforço de novos Boeings 737-800 Nova Geração para o próximo ano de 6 para 11 aeronaves
 
A Gol aumentou em sua programação a quantidade de Boeings 737-800 Nova Geração a serem entregues em 2006 de seis para 11 aeronaves. Com mais uma revisão, a frota total planejada para 2006 aumenta de 49 para 54 aeronaves.

O anúncio parece demonstrar que o modelo de negócios adotado pela Gol (baixo custo, tarifa barata, ou low cost, low fare no jargão em inglês) conserva boas margens de crescimento no mercado brasileiro. "Há milhares de passageiros que desejam voar da forma mais barata possível, existe muita demanda reprimida", afirma José Alberto Baltieri, analista da corretora Fator. "Compra de aeronave e ampliação de frota é decisão estratégica e delicada. Ninguém faz isso sem cuidado e absoluta segurança de que é sustentável", diz.

Ainda que a demanda reprimida no mercado interno seja equacionada, as características do mercado, com acirrada concorrência, não dão margem para o abandono do low fare em um momento posterior, de eventual expansão de linhas internacionais (que embutem custos maiores).

Para Baltieri, nas atuais condições de competição, qualquer teste de preços pode abrir o flanco para o avanço de novos players, como WebJet e BRA.
 
Fonte: Exame On Line

Katrina causa prejuízos milionários ao grupo BellSouth

 
Estimativa inicial da empresa de telecomunicações é que perdas ficarão entre 400 milhões e 600 milhões de dólares
 
Não são apenas as companhias petrolíferas e as refinarias que estão calculando os prejuízos causados pela passagem do Furacão Katrina pelo Golfo do México. Segundo estimativas iniciais da empresa de telecomunicações BellSouth, a companhia gastará de 400 milhões a 600 milhões de dólares para reparar os estragos causados pela tempestade e reestabelecer os serviços para seus clientes. A empresa alertou, contudo, que o valor pode ser revisto, à medida que se conhecer melhor a extensão dos danos nas regiões mais afetadas pelo Katrina.

Segundo o jornal britânico Financial Times, cerca de 810 000 linhas telefônicas fixas da BellSouth ainda estão fora de operação nos estados de Louisiana, Alabama e Mississipi. De acordo com Bill Smith, diretor de tecnologia da empresa, serão necessários pelo menos 30 dias para religar as linhas. As autoridades americanas têm afirmado, nos últimos dias, que a falta de contato com as áreas devastadas estão atrasando os trabalhos de resgate das vítimas e de reconstrução.

Além dos prejuízos diretos, o Katrina pode causar ainda perdas futuras às operadoras de telefonia fixa. Um relatório do banco Goldman Sachs afirma que o furacão pode acelerar uma mudança de hábitos dos consumidores americanos. Em vez de linhas fixas, os usuários passariam a preferir serviços móveis de voz, como telefones celulares ou transmissão via VoIP. "Centenas de milhares de linhas correm o risco de serem trocadas por outros serviços, como o VoIP ou outras opções wireless", diz.
 
Fonte: Exame On Line

Promon é a melhor empresa para trabalhar do Guia 2005

 
 
Empresa paulista que atua nos segmentos de engenharia e tecnologia foi eleita a número 1 do Guia EXAME - VOCÊ S/A - As Melhores Empresas Para Você Trabalhar 2005
 
Na melhor empresa do Brasil para trabalhar, o trabalhador também é acionista e uma de suas características essenciais é sua inteligência e capacidade de se reinventar. Quem descreve é o presidente da Promon, companhia paulista eleita a número um do Guia EXAME - VOCÊ S/A As Melhores Empresas Para Você Trabalhar 2005.

Luiz Ernesto Gemignani, presidente da Promon, que atua nos segmentos de engenharia e tecnologia, recebeu o prêmio na noite desta segunda-feira (5/9) em uma festa promovida pela Editora Abril, em São Paulo. "Esse prêmio reafirma e fortalece nossas convicções sobre a forma que trabalhamos e valorizamos nossos colaboradores", diz Germignani. "Em um mundo cada vez mais selvagem, ser premiado pelo rigor com que tratamos assuntos como transparência, diálogo com os colaboradores tem o mesmo efeito que o milagre para uma pessoa crente." Na premiação, foram consagradas as 10 primeiras colocadas no ranking de 150 empresas. (Confira abaixo as 10 campeãs). Os dados da pesquisa estarão disponíveis para assinantes no Portal EXAME ( www.exame.com.br) a partir de 8 de setembro.

O Guia EXAME VOCÊ S/A também premiou as 10 primeiras colocadas no ranking das melhores empresas para a mulher trabalhar. A primeira colocada e tricampeã foi a Natura. "Receber o prêmio nos estimula a manter a paixão por essa vocação de cuidar do outro, cuidar do mundo, buscar um mundo melhor ", afirma a diretora de Recursos Humanos, Claudia Falcão. (Clique aqui e confira as 10 campeãs no ranking das melhores empresas para a mulher trabalhar).

Festa de premiação

Segundo Roberto Civita, presidente do Grupo Abril que edita EXAME e Você SA, o Guia 2005 revelou instigantes situações nas melhores empresas para trabalhar do Brasil. Uma delas: boa parte dos trabalhadores se sente sobrecarregada, com um volume de trabalho muito grande. "Nem mesmo as melhores empresas podem ser indicadas como perfeitas", diz. "Mas a excelente notícia da noite é que essas mesmas empresas oferecem a seus colaboradores oportunidades de desenvolvimento na carreira. E com isso eles se sentem motivados", afirma Civita. Os dados financeiros mostram isso. A rentabilidade das 150 empresas foi de 17,8%, enquanto que a rentabilidade média das 500 maiores empresas do Brasil segundo o anuário EXAME Melhores & Maiores 2005 foi de 11%. "Isso mostra que investir em gente ainda dá o melhor retorno", afirma o Roberto Civita

A festa de premiação, realizada na Sala São Paulo, na capital paulista, contou com a jornalista Monica Waldvogel como mestre de cerimônias. Executivos, presidentes e donos de empresas compareceram ao evento, encerrado com uma atração especial, o concerto da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, sob a regência do maestro Wagner Polistchuk.

Também representaram a Editora Abril e entregaram prêmios o vice-presidente de Recursos Humanos, José Wilson Armani Paschoal, o diretor-geral de Veja/EXAME/Você SA, Mauro Calliari; o diretor editorial de Veja/EXAME/Você SA, Tales Alvarenga, a diretora de redação de EXAME, Cláudia Vassallo, a diretora de redação da VOCÊ S/A, Maria Tereza Gomes. Também entregou prêmios o diretor do Great Place to Work Institute no Brasil, José Tolovi Jr. A consultoria é parceira de EXAME e VOCÊ S/A na realização do guia.

Metodologia da pesquisa

A maior pesquisa de clima organizacional do país começou com o envio de questionários para 190 mil funcionários de 488 empresas. Em termos regionais, o Sudeste registrou o maior número de organizações participantes, com 65,3% do total, seguido pelo Sul (24%), Centro-Oeste (4%), Nordeste (3,3%) e Norte (3,3%). Das 150 empresas ganhadoras, vinte receberão troféus: as dez melhores empresas para trabalhar e as dez melhores para a mulher trabalhar.

Pela metodologia adotada, a opinião do funcionário responde por 75% da nota obtida pelas empresas. O restante vem da análise de suas políticas e práticas de recursos humanos. As empresas com as melhores notas são pré-selecionadas neste ano, foram 203 e passam para a última fase de avaliação, que consiste na visita de um jornalista para entrevistar dois grupos de funcionários. Cerca de 4,8 mil profissionais participaram dessas reuniões este ano. As 150 melhores empresas para trabalhar somente são definidas depois desse contato pessoal.

As empresas premiadas

As 10 empresas campeãs do Guia EXAME VOCÊ S/A 2005
1º lugar Promon
2º lugar Todeschini
3º lugar Credicard
4º lugar Randon
5º lugar Zanzini
6º lugar Landis+GYR
7º lugar Serasa
8º lugar Magazine Luiza
9º lugar Multibrás (AM)
10º lugar DPaschoal

As 10 empresas campeãs para a mulher trabalhar do Guia EXAME VOCÊ S/A 2005
1º lugar Natura
2º lugar Serasa
3º lugar Magazine Luiza
4º lugar Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo
5º lugar ABN Amro Real
6º lugar Accor
7º lugar Schering-Plough
8º lugar Landis+Gyr
9º lugar São Bernardo Saúde
10º lugar Marelli Móveis
 
 
Fonte: Exame On Line

Globopar tem lucro de R$ 798 milhões



Balanço do primeiro semestre de 2005 revela que a receita líquida da TV Globo no período foi de R$ 1,9 bilhão

Em balanço divulgado hoje a Globopar, holding que controla as empresas do grupo Globo (com exceção da TV) anuncia que sua receita líquida no primeiro semestre de 2005 chegou a R$ 2,3 bilhões, valor 3,8% superior ao mesmo período do ano passado. O lucro líquido na primeira metade do ano foi de R$ 798 milhões (contra um prejuízo de R$ 409 milhões nos primeiros seis meses de 2004) e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), de R$ 612 milhões.

O grupo concluiu no final de julho o processo de renegociação da dívida da Globopar, reescalonando os pagamentos por até cinco anos. No final de junho, a dívida de curto prazo da empresa somava R$ 4,7 bilhões, além de outros R$ 2 bilhões de longo prazo, somando R$ 6,83 bilhões. Outro fator relevante foi a venda de participações na Net Serviços, maior distribuidora de televisão paga no País, para o grupo mexicano Telmex, no início do ano.

Em termos de receita, a TV Globo continua sendo a principal fonte do grupo: no primeiro semestre a receita líquida da emissora foi de R$ 1,9 bilhão (16% a mais que em 2004). Já a Globosat (programadora de TV por assinatura) teve receita líquida de R$ 200,9 milhões no período, registrando crescimento de 14,3%. A holding informou que as autoridades brasileiras aprovaram a proposta do grupo de unir as operações da Globopar com as da TV Globo, formando uma só empresa.

 

Fonte: Meio & Mensagem On Line

31 agosto 2005

Gugu paga R$ 750 mil para encerrar caso PCC

Os advogados do apresentador concordaram em pagar R$ 750 mil para encerrar processo civil na Justiça de SP pela divulgação de entrevista falsa

São Paulo - Os advogados do apresentador Antonio Augusto Moraes Liberato, o Gugu, concordaram em pagar R$ 750 mil para encerrar um processo civil na Justiça de São Paulo pela divulgação de uma entrevista montada com atores que se passavam por integrantes da facção criminosa PCC - Primeiro Comando da Capital. Na falsa entrevista, os atores faziam uma série de ameaças contra figuras públicas, como apresentadores de programas policiais e ativistas de direitos humanos, segundo informa o site da revista Consultor Jurídico.

Na ação proposta pela promotora Deborah Pierri, ela pedia indenização por dano moral difuso por prática comercial abusiva. Ela alega que o apresentador tinha conhecimento do conteúdo do programa antes mesmo de ser veiculado e com omissão dolosa não tomou qualquer iniciativa para poupar seus telespectadores. "Na verdade, desrespeitando os valores mínimos de ética e solidariedade, autorizou a transmissão da farsa", dizia o texto da inicial.

O apresentador aceitou doar R$ 750 mil a instituições de caridade que serão indicadas pelo Ministério Público Estadual, divididos em 12 parcelas. Até o final da semana, a Promotoria vai decidir quais entidades receberão o dinheiro. O acordo não encerra outras ações sobre a falsa entrevista.

O apresentador responde pelos crimes de ameaça - artigo 147 do Código Penal - e divulgação de notícia falsa na 2ª Vara Criminal de Osasco, na Grande São Paulo. A pena para cada um desses crimes é de um a seis meses de detenção e multa variável de cinco a dez salários mínimos. O repórter Wagner Maffezoli, o produtor Rogério Casagrande, os atores Vagner Faustino e Antonio Rodrigues da Silva e Amilton Santos, o Barney - que teria "arranjado" a farsa - também foram indiciados.

O SBT também responde a uma Ação Civil Pública do Ministério Público Federal pelos danos causados à sociedade pela exibição da falsa entrevista. A ação contra a emissora corre na Justiça Federal porque as emissoras são donas de uma concessão pública federal. Neste caso, uma liminar suspendeu a exibição do programa Domingo Legal por uma semana. O MPF pede ainda que o SBT seja condenado a pagar uma indenização de R$ 1,5 milhão e o programa seja suspenso por outras três semanas.
 
Fonte: Estadão

BBC realiza evento no Brasil e firma acordo com Band

 
TV Bandeirantes vai receber conteúdo jornalistico em vídeo da BBC
 

A BBC para América Latina realiza, pela primeira vez no Brasil, o seu encontro anual Showcase da BBC. Esta segunda edição será no Rio de Janeiro, de 11 a 13 de setembro, e reúne grupos da TV latino-americana para apresentar os principais produtos da rede britânica com objetivo de ampliar parcerias com o mercado da região. Estarão presentes a Rede Globo, Grupo Bandeirantes, HBO (Las Vegas), Fox TV, Discovery, Canal 22 e Televisa (México), América TV (Argentina), TVN (Chile), Pat (Bolívia), Teleamazonas, MTV Latin América, entre outros. As reuniões durante os três dias incluem conferências e atividades diversas.

 

Além disso, como parte de seus planos para desenvolver seus negócios no Brasil, a BBC firmou parceria inédita com a TV Bandeirantes para fornecer conteúdo em vídeo para o Jornal da Band, apresentado pelo jornalista Carlos Nascimento. O acordo oferece vídeos realizados a partir do trabalho dos cerca de 40 profissionais da BBC Brasil, entre eles os repórteres Márcia Freitas e Rodrigo Onias (Londres), e os correspondentes Paulo Cabral (Cairo) e Denise Bacoccina (Washington), que atuam como vídeo-repórteres e enviam as imagens pela web.
 
Fonte: Meio E Mensagem

Avon investe em marketing no SBT Brasil



Comercial deverá acompanhar a novidade jornalística por no mínimo dois meses; ação é da DPZ
 

A marca de cosméticos Avon aposta em ação de marketing no jornal SBT Brasil. Com criação da DPZ, a ação divulga o tratamento cosmético Renew Clinical Redutor de Rugas, sem procedimentos clínicos. Além da previsão de TV em geral e anúncios impressos, sobretudo em revistas, Renew Clinical vai patrocinar o novo jornal de Ana Paula Padrão, o SBT Brasil, a partir desta terça-feira, dia 30. O comercial deverá acompanhar a novidade jornalística por no mínimo dois meses.

 

Fonte: Meio & Mensagem

Patrocínio movimenta R$ 3,2 bilhões ao ano


Pesquisa da Ipsos-Opinion avalia percepção do patrocínio pelas classes C e D e verifica que para 64% dos entrevistados as ações na área de esportes são mais facilmente identificadas

Os investimentos das empresas em ações esportivas, sociais, culturais e ambientais já atingiram quase 8% do orçamento de comunicação das empresas brasileiras. Isso equivale a 3,2 bilhões de reais ao ano. O dado foi divulgado na abertura da terceira edição da fórum "Com:Atitude", sobre comunicação institucional e mercadológica, promovido pela Articultura e pela revista Meio & Mensagem.
Segundo pesquisa do instituto Ipsos-Opinion sobre a reação dos consumidores de baixa renda às ações de patrocínio, para 72% dos entrevistados das classes C e D o principal interesse das empresas com as iniciativas é divulgar a marca, o que não impede que 73% reconheçam "benefícios coletivos" na atitude social dessas empresas. Foram entrevistadas 600 pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife.
Para 64% dos entrevistados, o patrocínio esportivo é mais facilmente identificado, enquanto 36% declaram maior percepção dos patrocínio a projetos culturais. Apesar da percepção do apoio empresarial a atividades esportivas ser maior, 63% dos entrevistados dizem ser mais importante investir na preservação ambiental. Os que valorizam mais projetos esportivos são 31% dos entrevistados.
 
Fonte: Exame On Line

Misto de celular e iPod será lançado por Apple e Motorola nos EUA

Ainda não está claro se celular com iTunes fará download de músicas direto da internet para o aparelho, sem a necessidade de computador
A Apple e a Motorola planejam apresentar ao mercado na próxima semana um aparelho que combina as funções de telefone celular e player. O produto, que vai incorporar o software iTunes da Apple, representa a fusão de dois dos mais populares dispositivos da era digital, diz The New York Times desta terça-feira (30/8).
O novo celular, que deve ser anunciado no dia 7 de setembro, será produzido pela Motorola, sob a marca Rokr, e comercializado pela Cingular Wireless, a maior concessionária americana de telefonia móvel. O software instalado vai permitir a transferência de músicas de um computador pessoal para um telefone celular. No último mês e meio, a Verizon Wireless lançou dois celulares (um fabricado pela Motorola e outro pela Audiovox) que trazem funções semelhantes.
Ainda não está claro, diz a reportagem, se no caso do celular com iTunes será possível fazer download de músicas direto da internet para o aparelho. Analistas ouvidos pelo New York Times afirmam que dificilmente essa capacidade estará disponível no curto prazo. Além de questões técnicas, é preciso antes resolver pendências em torno do licenciamento de música distribuída online.
Steve Jobs, o presidente executivo da Apple, mantém uma relação dúbia com as gravadoras. As vendas do iPod ajudaram a popularizar o download de músicas, abrindo aos selos fonográficos uma nova fonte de receitas. Ao mesmo tempo, porém, a política da Apple de comercializar músicas online pelo preço único de 99 centavos de dólar tem incomodado executivos das gravadoras, que desejam mais flexibilidade para que eles próprios possam definir preços mais caros para determinadas músicas.
 
Fonte: Exame On Line

25 agosto 2005

Vamos arrumar um namorado para a Glória Perez!

Gosto de novelas. Acho que elas são as grandes fontes de cultura e informação do povo brasileiro. Mas gosto de novela bem escrita.

Essa semana eu resolvi assistir alguns capítulos de América, fazia tempo que não via uma novela tão mal escrita e ainda por cima com uma fixação por sexo que é uma coisa impressionante.

Tem todo tipo de sexo: o peão com a dançarina, a viúva com o peão, o garoto com o peão, a breteira com o fazendeiro casado, a mulher casada com o amante que transa com a filha da mulher casada, o cara casado com a amiga da filha, o sogro com a nora viúva, o velho pelo garoto, o peão pelo boi, só falta mesmo aparecer sexo extraterrestre, o que não duvido nada que possa aparecer a qualquer momento. Até porque um fantasma já está lá!

É impressionante como os personagens da Glória Perez são movidos única e exclusivamente por sexo. Largam trabalho, casa, família, universidade, a vida toda atrás de sexo.

Teve um dia que apareceram umas cinco "sugestões" de que os casais estavam fazendo sexo. Era sexo pra todos os lados!

A sensação que tenho é de que Glória Perez precisa de um namorado com urgência. Ela deve estar sem sexo há alguns anos e por isso usa seus personagens na novela para extravasar esse desejo.

Caso ela esteja namorando... O quê esse cara está fazendo?

Ou melhor, o quê ele não está fazendo?

Por favor!

Lembram daquela personagem de O Clone que ficava desesperada por homem? Acho que a Glória Perez incorporou aquela personagem. Só pode!

Não tenho absolutamente nada contra sexo, muito pelo contrário, mas é impressionante que os personagens de América só façam isso.

Acho que sexo é tão importante quanto qualquer outra forma de relação entre as pessoas, mas que essa novela está descambando para uma pornô-chanchada, ou para um filme pornô de última categoria onde "- um copo caiu. – Oba, vamos transar!" Isso está!

Por isso vamos lançar uma campanha: Vamos arrumar um namorado para a Glória Perez!

Sugestões para: podevideo@gmail.com
 

21 agosto 2005

Emerson Quem???

Neste final de semana fui assistir ao show do Emerson Nogueira e vou ser bastante sincero, me surpreendeu. Como pode um cantor tão ruim ter conseguido vender tanto disco???

O dito show, me pareceu mais um showzinho de bar metido a besta. Tem uma bela produção, um cenário simples mas bastante funcional, uma iluminação muito bem criada, uma banda muito boa, duas "vocals" competentes, mas um intérprete pífio. Nem acho que Emerson Nogueira, ou Emerson Nojeira como alguns falaram após o show, mereça ser chamado de intérprete. Faltou ousadia dele como intérprete, faltou coragem. Nem presença de palco o cara tem, se não fosse os 2 canhões fontais e os 4 fresnéis apontados pra ele, ninguém nem percebia ele lá.

O flautista, quando faz o solo no show, chama mais atenção que ele.

O show todo é uma colagem de pedaços de shows que já funcionaram, desde a apresentação das músicas e dos músicos, até o "Eu nunca vou esquecer essa noite" gritado por ele antes do "bis" estratégicamente programado para o ¾ do show.

Pra não dizerem que não gostei de nada no show, o whisky estava muito bom. Sacanagem!!

O repertório é muito bem escolhido, ponto pra ele, vai do "Oh, Suzana!", passa pelo Michael Jackson e chega ao Queen. Outro ponto bom? Ele é um bom violonista. Bom.

Mas vocês vão dizer: "O cara já vendeu mais de 1 milhão de cópias". Mas ele vende os discos nos shows dele, que na grande maioria são em encerramentos de encontros, palestras, feiras... Ou seja já tá todo mundo bêbado. E as pessoas, motivadas pelas memórias que o repertório estimula, acabam comprando.

Prefiro, sinceramente, uma boa rádio que pelo menos escuto ARTISTAS.

E pelo amor de Deus, 1.000.000 de cópias???? Ainda não acredito!!

04 agosto 2005

DNA e SMPB perdem mais contas em Brasília









Depois dos órgãos públicos suspenderem seus contratos, agora a Brasil Telecom também anuncia a dispensa das agências; somente o Poder Público local é que mantém as contas

Após as denúncias de irregularidades que podem envolver as empresas de publicidade de Marcos Valério, o cerco está se fechando contra a DNA e a SMPB. Primeiro, foram os órgãos oficiais que suspenderam os contratos( Eletronorte e Banco do Brasil com a DNA e Correios com a SMPB). Agora, o setor privado também começa a dispensar os serviços das empresas. Dessa vez foi a Brasil Telecom, que informou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que suspendeu os contratos com as duas agências.

No comunicado, a operadora de telefonia afirmou utilizar esporadicamente os serviços de propaganda e marketing das agências. A SMPB, segundo o comunicado, recebeu da BrT pagamento de R$ 3,7 milhões pela prestação de serviços de "agenciamento de publicidade e propaganda, promoção de vendas, planejamento de campanhas de publicidade e produção de filmes comerciais", entre o início de 2004 e o primeiro semestre deste ano. O valor representou 1,43% dos gastos da empresa com propaganda e marketing no período.

Segundo a BrT, a DNA foi contratada em 2003 para desenvolver um programa de informações de utilidade pública no interior de Goiás, Tocantins, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O montante pago, de R$ 823,5 mil, representou 0,96% das despesas de propaganda e marketing naquele ano.

No meio publico em Brasília, a SMPB ainda tem a conta do Ministério dos Esportes e a DNA mantém contrato com o Ministério do Trabalho. No entanto, em ambos os casos, os contratos se encerram em setembro.
No governo local, a SMPB mantém contratos com o Governo do Distrito Federal e Câmara Legislativa. Em ambos os casos, as autoridades já declararam que não pretendem suspender os contratos, sob o argumento de que a empresa foi vencedora de processo de licitação transparente.
Com isso, já há mais sentido em a DNA manter escritório em Brasília, uma vez que está perdendo suas contas públicas e privadas.

Fonte: Meio e Mensagem On Line

03 agosto 2005

Patrocínio movimenta R$ 3,2 bilhões ao ano

Pesquisa da Ipsos-Opinion avalia percepção do patrocínio pelas classes C e D e verifica que para 64% dos entrevistados as ações na área de esportes são mais facilmente identificadas
Os investimentos das empresas em ações esportivas, sociais, culturais e ambientais já atingiram quase 8% do orçamento de comunicação das empresas brasileiras. Isso equivale a 3,2 bilhões de reais ao ano. O dado foi divulgado na abertura da terceira edição da fórum "Com:Atitude", sobre comunicação institucional e mercadológica, promovido pela Articultura e pela revista Meio & Mensagem.

Segundo pesquisa do instituto Ipsos-Opinion sobre a reação dos consumidores de baixa renda às ações de patrocínio, para 72% dos entrevistados das classes C e D o principal interesse das empresas com as iniciativas é divulgar a marca, o que não impede que 73% reconheçam "benefícios coletivos" na atitude social dessas empresas. Foram entrevistadas 600 pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife.

Para 64% dos entrevistados, o patrocínio esportivo é mais facilmente identificado, enquanto 36% declaram maior percepção dos patrocínio a projetos culturais. Apesar da percepção do apoio empresarial a atividades esportivas ser maior, 63% dos entrevistados dizem ser mais importante investir na preservação ambiental. Os que valorizam mais projetos esportivos são 31% dos entrevistados.
 
Fonte: Exame On Line

TV paga deve concorrer com telefonia fixa

 
Oferta de voz sobre IP por parte das operadoras de TV por assinatura pode quebrar o monopólio das teles no segmento residencial
 
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) espera que as operadoras de TV por assinatura cumpram o papel de fazer concorrência às empresas de telefonia fixa na oferta do serviço de voz para o consumidor residencial. "O momento da indústria de TV paga é promissor pela possibilidade de as operadoras oferecerem novos serviços, como acesso à internet em banda larga - ainda dominado pelas teles - e voz sobre IP. Isso dará impulso e perfil novos à competição que as teles não tiveram até agora das empresas espelho no serviço de voz", disse o presidente da Anatel, Elifas Gurgel do Amaral. A afirmação foi feita esta manhã, durante a abertura do congresso da Associação Brasileira de TV por Assinatura - ABTA 2005, que acontece desta terça-feira-feira, dia 2, a quinta-feira, 4, em São Paulo.
 
Para ilustrar a situação, o presidente da ABTA, Francisco Valim, comparou o momento atual a uma batalha da Guerra dos Cem Anos, na qual os franceses, apesar da ampla superioridade numérica, foram batidos pelo eficiente exército inglês. "Estamos preparados para a concorrência com tecnologia, equipes treinadas e estrutura de capital adequada, mas é uma batalha desigual, pois temos diversos problemas a ser ajustados", argumentou Valim.
 
A competição futura entre telefônicas e operadoras de TV por assinatura é um dos temas de destaque do congresso, ao lado da questão do marco regulatório para o setor de comunicação. Sobre esse assunto, o presidente executivo da ABTA, Alexandre Annemberg, lembrou que sem uma nova legislação alguns pilares da Lei Geral de Telecomunicações (LGT), como a competição, correm o risco de desmoronar. Para ele, a origem do problema é a legislação conflitante, questão que precisa ser resolvida por uma regulamentação ampla, que defina o papel de todos os players do mercado.
 
Fonte: Meio e Mensagem On Line